Página em edição
Página inicial | Introdução à função do 2º grau | Gráfico da função do 2º grau | Zeros da função quadrática | Vértice da parábola | Estudo do sinal da função do 2º grau | Inequações do 2º grau
O estudo do sinal da função quadrática determina para quais valores de x (domínio da função) temos y (imagem da função) positivo, nulo e negativo, ou seja, f(x)>0, f(x)=0 e f(x)<0.

A função polinomial do 2º grau é uma função do tipo y = ax2+bx+c, seu gráfico é uma parábola e de acordo com o sinal de seu coeficiente “a” a parábola terá a concavidade voltada para cima ou para baixo. O vértice da parábola é o ponto onde o gráfico da função do 2º grau muda de sentido. Quando a>0 a parábola tem concavidade voltada para cima, o vértice da parábola é o ponto em que a função assume o valor mínimo; quando a<0 a parábola tem concavidade voltada para baixo, o vértice da parábola é o ponto em que a função assume o valor máximo.
As coordenadas do vértice (xv, yv) são:
xv = -b/2a e yv = -∆/4a.
| a<0, a função assume seu maior valor no vértice da parábola. |
As raízes ou zeros da função do 2º grau são os valores de x
para os quais f(x) = 0, graficamente, os zeros da função correspondem às
abscissas dos pontos em que o gráfico da função intersecta o eixo x.
Para determinar as raízes da função quadrática pela fórmula
resolutiva do 2º grau, também conhecida como fórmula de Bhaskara, fazemos ax2+bx+c
= 0 e aplicamos os coeficientes a, b e c na fórmula.
Nessa fórmula, a letra grega ∆ (delta) é chamada de
discriminante da equação e sempre terá um valor numérico do qual temos de
extrair a raiz quadrada.
Diante disso temos três casos a considerar:
Se ∆>0, a equação tem
duas raízes reais e distintas;
Se ∆=0, a equação tem duas
raízes reais iguais;
Se ∆<0, a equação não
possui raiz real.
Exemplo 1:
Resolva a equação: x2-2x-15=0.
Fazendo ∆ = b2-4ac, temos:
∆ = ∆ = (-2)2-4.1.(-15)
∆ = 4+60
∆ = 64 (
√∆ = √64
√∆ =
Exemplo 2:
Encontre as raízes da
equação x2+6x+9=0.
Fazendo ∆ = b2-4ac, temos:
∆ = 62-4.1.9
∆ = 36-36
∆ = 0 (
x1 = x2 =
-b/2a
x1 = x2 =
-6/2.1
x1 = x2 =
-3
S = {-3}
Pela fórmula resolutiva do
2º grau, temos:
∆ = 0
√∆ = √0
√∆ =
Exemplo 3:
Fazendo ∆ = b2-4ac, temos:
∆ = ∆ = 22-4.1.2
∆ = 4-8
∆ = -4 (
√∆ = √-4 (não existe, em R, um número que elevado ao quadrado dê um número negativo)
S = { }
Página inicial | Introdução à função do 2º grau | Gráfico da função do 2º grau | Zeros da função quadrática | Vértice da parábola | Estudo do sinal da função do 2º grau | Inequações do 2º grau
A função polinomial do 2º grau é uma função do tipo y = ax2+bx+c e seu gráfico é uma parábola.
Exemplo
1: f(x) = x2+4x+4
Feito isso, marcamos os pontos no plano cartesiano.
Em seguida traçamos o gráfico passando pelas coordenadas
(x,y).
Exemplo 2: f(x)=-x2+4x+4
Agora marcamos os pontos no plano cartesiano.
E traçamos o gráfico passando pelas coordenadas (x,y).
Página inicial | Introdução à função do 2º grau | Gráfico da função do 2º grau | Zeros da função quadrática | Vértice da parábola | Estudo do sinal da função do 2º grau | Inequações do 2º grau
Uma função quadrática ou função polinomial do 2º grau é toda função
cuja lei de formação é expressa por um polinômio de 2º grau, ou seja, em uma
função quadrática o maior expoente na variável “x” é dois. Vejamos como se
escreve, genericamente, uma função do 2º grau.
y = ax2+bx1+cx0 .Como x1 = x e x0 = 1, ficamos com:
y = ax2+bx+c.1. Como c.1 = c, a fórmula fica assim:
y = ax2+bx+c
a é o coeficiente que acompanha x2;
b é o coeficiente que acompanha x e;
c é o coeficiente (ou termo) independente.
São exemplos de
função do 2º grau:
f) y = x4+2x2,
não é função quadrática, pois o grau máximo na varável x é 4
g) y = 7x+2, não é
função quadrática pois o grau máximo na varável x é 1
h) y = 2x+3,
não é função quadrática pois a variável x está no expoente
i) y = x-2+3x,
não é função quadrática pois o grau máximo na varável x é -2
Podemos representar a área após a construção da varanda em função da
medida x indicada. O comprimento será 20 metros mais x
(20+x) e largura será 10 metros mais x (10+x). A nova área será dada pelo
produto entre os dois polinômios.
f(x) = (20+x) (10+x) (fazemos o produto entre os dois polinômios)
f(x) = 200+20x+10x+x2 (aplicamos a distributiva:
20.10+20x+10x+x.x)
f(x) = 200+30x+x2 (juntamos os monômios semelhantes)
f(x) = x2+30x+ 200 (colocamos os monômios em ordem a partir do maior expoente)
f(x) = x2+30x+ 200 é a lei de formação da função que determina a área da casa após a ampliação.
Supondo que a largura x seja de dois metros, para sabermos a área após a ampliação basta
substituir 2 em x na fórmula. A área (f) em função de x será:
f(2) = 22+30.2+ 200
f(2) = 4+60+ 200
f(2) = 264 . A nova área, portanto, será: A = 264 m2
Página inicial | Introdução à função do 2º grau | Gráfico da função do 2º grau | Zeros da função quadrática | Vértice da parábola | Estudo do sinal da função do 2º grau |Inequações do 2º grau
Página em edição Página inicial | Introdução à função do 2º grau | Gráfico da função do 2º grau | Zeros da função quadrática | Vért...